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Movimento Tenentista e Levante de 35

Arquivo da Esquerda Militar

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Coluna Prestes

Coluna Prestes (entre 1924-1928). De pé, da esquerda para a direita: José Pinheiro Machado, Atanagildo França, Emídio da Costa Miranda, João Pedro, Paulo Krüger da Cunha Cruz, Ari Salgado Freire, Nelson Machado, Manuel Lima Nascimento, Sadi Vale Machado, André Trifino Correia e Ítalo Landucci. Sentados da esquerda para a direita: Djalma Dutra, Siqueira Campos, Luís Carlos Prestes, Miguel Costa, Juarez Távora, João Alberto e Cordeiro de Farias. 

Muitos militares entrevistados mencionaram Luis Carlos Prestes como referência de líder militar e político no contexto do Movimento Tenentista e da Coluna Prestes no início do século XX. Anthero de Almeida afirmou categoricamente que o Levante Comunista de 1935, do qual ele e José Gutman participaram, se relacionava com os levantes tenentistas da década de 1920. Quando foram presos, estiveram juntos com Prestes e também André Trifino Correia, presente nesta foto. José Correia de Sá citou em sua entrevista um episódio em que foi auxiliado em sua fuga do Brasil por ter sido considerado parente distante de Trifino Correia. Por outro lado, militares como Juarez Távora, que se posicionaram ao lado de Getulio Vargas e à direita das Forças Armadas foram considerados inimigos, como vemos no caso do Coronel Pedro Alvarez que o confrontou diretamente. Leia mais nos livros 2, 3 e 4 de À esquerda das Forças Armadas brasileiras.

Fontes das imagens: Cordeiro de Farias, Luis Carlos Prestes e outros integrantes da Coluna Prestes | CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil; Ficheiro:Comando da Coluna Prestes.png – Wikipédia, a enciclopédia livre.

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União de Ferro

Fragmento de União de Ferro, nº 28 (1932), publicação do Partido Comunista do Brasil (PCB) voltada para os militares, assim como várias outras (O Soldado de Prestes, O Soldado da Paz, Marinha Vermelha) que circularam principalmente na primeira metade do século XX.

O jornal e o rádio eram os principais meios de comunicação dos militares de esquerda e não foram poucos os que relataram terríveis episódios de perseguições e prisões por lerem e portarem jornais e livros.

José Gutman liderava uma rádio dentro do presídio após o Levante de 35. Jacob Gorender já trabalhava como jornalista desde a adolescência e foi preso pela primeira vez por realizar e publicar uma entrevista com um general antinazifascista na Bahia. Na guerra, escreveu para os jornais distribuídos às tropas e, na volta ao Brasil, trabalhou em jornais e revistas comunistas, mesmo na ilegalidade.

O ex-militar e jornalista Batista de Paula, que escrevia a coluna "Plantão Militar" no jornal Última Hora, nas décadas de 1950 e 1960, contou que sua casa foi invadida no regime militar destruindo todo o seu acervo e, nas palavras dele, a sua própria história. Leia essas e outras narrativas biográficas nos livros 2, 3 e 4 de À esquerda das Forças Armadas brasileiras.

Fonte do documento: Arquivo de Memória Operária do Rio de Janeiro (AMORJ/IFCS/UFRJ) – Inventário AMORJ – 20 anos (2007): AMORJ Arquivo de Memoria Operaria do Rio de Janeiro; INVENTARIO_SITE.pdf.

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Soldados do início do século XX e futuros líderes comunistas

Mauricio Grabois e Carlos Mariguella (sentados na segunda fileira) foram históricos líderes comunistas que estiveram juntos no Tiro de Guerra de Salvador, em 1929, e participaram da Juventude Comunista do Brasil a partir de 1934.

Eles são citados em diversos contextos e temas nas narrativas biográficas dos militares de esquerda - nos livros 2, 3 e 4 de À esquerda das Forças Armadas brasileiras - desde as disputas políticas até as lutas de resistência, perseguições e assassinatos que sofreram no regime militar.

Desde o início do século XX, os Tiros de Guerra formaram continuamente milhares de jovens no Brasil para serem reservistas do Exército e, durante a Segunda Guerra Mundial, foram parte da Força Expedicionária Brasileira (FEB), lutando na Itália contra o nazifascismo.

Fonte da imagem: MONTEIRO, A.; FARIA, F. G. (orgs.) Imagens da Centenária História de Lutas do Partido Comunista do Brasil (1922-2022). São Paulo: Fund. Mauricio Grabois/Ed. Anita Garibaldi, 2021, (1930-1935, Imagem 38, Reprodução), p. 70. Disponível em: Imagens da Centenária História de Lutas do Partido Comunista do Brasil (1922-2022) by FMG2022 - Issuu; Carlos Marighella: o negro baiano que incendiou o mundo.

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Sede da Aliança Nacional Libertadora (ANL) no Rio de Janeiro. A ANL se espalhou rapidamente pelo Brasil, contando com a participação de milhares de pessoas, fazendo oposição ao governo de Getúlio Vargas, o que levou ao seu fechamento e à adesão ao Levante de 35 por parte de seus militantes, sobretudo aqueles ligados ao Partido Comunista do Brasil (PCB). 

 

Fonte da imagem: MONTEIRO, A.; FARIA, F. G. (orgs.) Imagens da Centenária História de Lutas do Partido Comunista do Brasil (1922-2022). São Paulo: Fund. Mauricio Grabois/Ed. Anita Garibaldi, 2021, (1930-1935, Imagem 41, Iconographia), p. 72. Disponível em: Imagens da Centenária História de Lutas do Partido Comunista do Brasil (1922-2022) by FMG2022 - Issuu.

Os militares ligados à Aliança Nacional Libertadora (ANL) e ao Partido Comunista do Brasil (PCB) realizaram o Levante de 35 no 3º Regimento de Infantaria da Praia Vermelha (Rio de Janeiro, então capital federal), que foi bombardeado pelo governo, levando-os à derrota. Também se levantaram tropas de quartéis em Natal e Recife que, igualmente, foram debeladas.   ​

Fonte da imagem: MONTEIRO, A.; FARIA, F. G. (orgs.) Imagens da Centenária História de Lutas do Partido Comunista do Brasil (1922-2022). São Paulo: Fund. Mauricio Grabois/Ed. Anita Garibaldi, 2021, (1930-1935, Imagem, Iconographia), p. 80. Disponível em: Imagens da Centenária História de Lutas do Partido Comunista do Brasil (1922-2022) by FMG2022 - Issuu.

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Fragmento de União de Ferro, nº 153 (1935), publicação do Partido Comunista do Brasil (PCB) voltada para os militares, assim como várias outras (O Soldado de Prestes, O Soldado da Paz, Marinha Vermelha) que circularam principalmente na primeira metade do século XX.

 

Fonte: Arquivo de Memória Operária do Rio de Janeiro (AMORJ/IFCS/UFRJ) – Inventário AMORJ – 20 anos (2007): AMORJ Arquivo de Memoria Operaria do Rio de Janeiro; INVENTARIO_SITE.pdf.

“Galinha Verde” (integralista) em charge de fragmento de União de Ferro (nº 150, 1935), o “órgão central do Partido Comunista do Brasil nas Forças Armadas”.

Fonte da imagem: MONTEIRO, A.; FARIA, F. G. (orgs.) Imagens da Centenária História de Lutas do Partido Comunista do Brasil (1922-2022). São Paulo: Fund. Mauricio Grabois/Ed. Anita Garibaldi, 2021, (1930-1945, imagem 54, CEDEM), p. 76. Disponível em: Imagens da Centenária História de Lutas do Partido Comunista do Brasil (1922-2022) by FMG2022 - Issuu.

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Levante de 35 no 3º Regimento da Praia Vermelha

Revoltosos de 1935 quando saindo presos do 3º Regimento de Infantaria da Praia Vermelha. José Gutman é o terceiro, de perfil, da direita para a esquerda e sua narrativa biográfica que cita essa fotografia está no Livro 2 de À esquerda das Forças Armadas brasileiras.

Fonte da imagem: MONTEIRO, A.; FARIA, F. G. (orgs.) Imagens da Centenária História de Lutas do Partido Comunista do Brasil (1922-2022). São Paulo: Fund. Mauricio Grabois/Ed. Anita Garibaldi, 2021,(1930-1935, Imagem 64, Iconographia), p. 79. Disponível em: Imagens da Centenária História de Lutas do Partido Comunista do Brasil (1922-2022) by FMG2022 - Issuu.

 

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Capa do jornal A Manhã, de 27/11/35 anuncia Luis Carlos Prestes como comandante da insurreição armada.

 

Fonte: MONTEIRO, A.; FARIA, F. G. (orgs.) Imagens da Centenária História de Lutas do Partido Comunista do Brasil (1922-2022). São Paulo: Fund. Mauricio Grabois/Ed. Anita Garibaldi, 2021, (1930-1935, Imagem 67, Iconographia), p. 80. Disponível em: Imagens da Centenária História de Lutas do Partido Comunista do Brasil (1922-2022) by FMG2022 - Issuu.

Fragmento de União de Ferro (s/d), publicação do Partido Comunista do Brasil (PCB) voltada para os militares, assim como várias outras (O Soldado de Prestes, O Soldado da Paz, Marinha Vermelha) que circularam principalmente na primeira metade do século XX.

 

Fonte provável: Arquivo de Memória Operária do Rio de Janeiro (AMORJ/IFCS/UFRJ) – Inventário AMORJ – 20 anos (2007): AMORJ Arquivo de Memoria Operaria do Rio de Janeiro; INVENTARIO_SITE.pdf.

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